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released November 21, 2012

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Os Últimos Românticos da Rua Augusta São Paulo, Brazil

Formada um pouco depois do fim do mundo, em São Paulo, por não-paulistanos, Os Últimos Românticos da Rua Augusta são nômades. Mergulham num mundo das canções em coro, com refrões envenenados, que transitam no que eles mesmos rotulam de "Folk-punk-jazz de apartamento" ... more

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Track Name: Boliviano
Eu me sinto como um costureiro boliviano no Braz
Andando atraz da minha própria projeção no chão
Em sua pobre percepção de leitura sobre a vida
E eu continuo queimando, queimando e queimando
Andando pelas calçadas com o sol na mão
Atravessando as ruas em que as mesmas ruas se atravessam em suas
Sujas, turvas mudas as calçadas mudam

[REFRÃO]
E ninguém passou por aqui ontem, hoje antes de mim
Voce passou em casa e eu não te atendi
Eu só respiro pó, de ser quem não seja certo
Um imigrante ilegal com o coração derretendo no sol

Eu vejo dias que demoram pra passar
E meses que voam como um saco plástico em um céu aberto
E um turbilhão de ventos multidirecionais
Eu demoro pra entender isso é natural de mim

[REFRÃO]

Eu me sinto como um costureiro boliviano no Braz (3x)
Track Name: O Último Romântico da Rua Augusta
Existe um coração trincado partido ao meio
Existem meios existem fins,
há demônios em mim cantando em coro alegre

Atrás dessa rua gasta há Consolação
atrás de vários motivos pra não ter
um coração costurado inerte

[REFRÃO]
Me ofusca essa gama de cores estranha,
que você busca em mim, me assusta
O último romântico da Rua Augusta morreu

Procuro pelos nomes estranhos
dados às ruas, nenhum satisfaz
Nenhuma rua com seu nome essa cidade traz

Existe um coração trincado e um olhar fixo
Morrendo aos poucos na boca do lixo,
seguindo os passos do tal trovador

Atrás dessa vida gasta implorando ser longa
Presenteando vários amores curtos
e uma milonga que lembra o sul do mundo

[REFRÃO]

[REFRÃO]